6 pessoas são baleadas durante show de Wesley Safadão em Maceió

Um show do cantor Wesley Safadão na festa junina da cidade de Maceió acabou com 6 pessoas feridas após serem baleadas em ação de criminoso

Na mira da CPI do Sertanejo após supostamente receber dinheiro irregular para fazer shows em prefeituras do interior, Wesley Safadão já teve alguns shows cancelados, mas segue com a sua agenda normalmente. No entanto, um acontecimento em uma de suas apresentações acabou deixando 6 pessoas baleadas, incluindo uma menor de idade.

O acontecido foi na madrugada desta quarta-feira (15), na cidade de Maceió, capital do Alagoas, durante uma festa junina tradicional. Na ocasião, Wesley Safadão se apresentava normalmente quando o autor dos disparos começou a atirar contra as pessoas no local e fugiu logo em seguida.

O criminoso acabou baleando 5 jovens, de idades entre 18 a 25 anos, e uma adolescente de 17 anos. Os cinco maiores de idade foram socorridos por uma ambulância do Samu e encaminhados para o Hospital Geral do Estado em Maceió, enquanto a adolescente foi encaminhada para um hospital particular na cidade. Não há atualizações sobre o estado de saúde das vítimas.

Para o g1, a Polícia Militar alegou que realizou buscas assim que o autor dos disparos fugiu, mas ainda não realizou apreensões. O controle de segurança para o show de Wesley Safadão teria sido feito por uma empresa de segurança particular, conforme destacou o órgão policial.

Ex-tecladista denuncia condições de trabalho em equipe de Safadão

(Foto: Reprodução Instagram)
(Foto: Reprodução Instagram)

O ex-tecladista da banda de Welsey Safadão, conhecido por Jampa, deu declarações comprometedoras sobre o regime de trabalho na equipe do cantor durante uma entrevista ao podcast do Arlindo Orlando. Segundo o músico, Safadão sequer fala com os músicos de sua banda e não permite que eles compareçam ao seu camarim, o que pode ocasionar na aplicação de multas caso as regras sejam descumpridas.

Jampa ressalta que só é permitido falar com o cantor sobre assuntos profissionais: “Lá não podia falar com o Wesley. Você não podia ter contato com o Wesley… Porque era arriscado até ser multado se conversasse com ele coisas que não fossem de palco. Vai falar sobre produção, você fala. No camarim, não podia!”. Ele não comentou sobre os valores da multa.

No entanto, segundo informações apresentadas no Balanço Geral, a assessoria do cantor desmentiu a informação e disse que essa proibição nunca existiu, e que quem acwiiiompanha suas redes vê que ele é sempre brincalhão e fala com seus funcionários. Em relação às multas, elas eram aplicadas caso alguém da equipe chegasse atrasado nos compromissos de shows, bebesse fora ou usasse drogas.

A assessoria ainda diz que o tecladista era o funcionário que sempre chegava atrasado, não atendia ligações e sempre era o último a subir nos palcos.