“Eduardo Costa mentiu para obter vantagem”, afirma promotor

Eduardo Costa se envolveu em mais uma polêmica. Às vésperas de lançar seu novo projeto “Mitos” o sertanejo acaba de ser denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por estelionato

Conhecido por suas declarações polêmicas e seu comportamento nada convencional nas lives sertanejas, Eduardo Costa que rompeu sua parceria com Leonardo, prepara um novo projeto chamado de “Mitos” junto com o cantor Ralf.

Mas às vésperas do lançamento do seu novo trabalho uma notícia caiu como uma bomba. O sertanejo foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por estelionato. O documento foi apresentado à Justiça nesta quinta-feira pela 12ª Promotoria de Belo Horizonte, envolvendo o nome do cantor e de Gustavo Caetano da Silva, sócio na empresa EC13 Produções LTDA. A informação foi confirmada pelo GLOBO.

De acordo com o promotor que cuida do caso, Costa teria feito um contato de compra e venda em 2015, adquirindo um imóvel no valor de R$ 9 milhões de reais, no bairro Bandeirantes, em Belo Horizonte. Como parte do pagamento (R$ 5,6 milhões), ele e o sócio ofereceram outro imóvel, localizado em Piumhi, Minas Gerais.

Segundo a promotoria, ele omitiu de forma dolosa se tratar de bem “litigioso”, obtendo “vantagem ilícita”, em prejuízo das “vítimas”.

Além de sócio, Gustavo é cunhado do cantor e assinou o contrato como testemunha, participando da negociação.

Entenda o caso

(Reprodução Instagram)
(Reprodução Instagram)

O casal que comprou a propriedade, localizada no balneário de Escarpas do Lago, em Capitólio, no sul de Minas, disse que ao tentar registrar o imóvel foi informado que existiam dois processos sobre ele: uma ação civil pública do Ministério Público Federal e uma ação de reintegração de posse pela casa estar construída parcialmente em uma área de preservação permanente pertencente a Furnas, dona de uma represa na região.

Segundo o MPF, um total de 1.122,80 m² do terreno, que incluem jardim, piscina, garagem de barco, salão e varanda, estão na área de proteção. O terreno tem um total de cerca de 4.000 m². A denúncia da ação civil foi feita em outubro de 2017. Já a ação de reintegração foi apresentada por Furnas em 2012.

O casal de novos donos alegou que não sabia dos processos envolvendo o imóvel. Já Eduardo Costa afirmou que tinha conhecimento de que parte da casa estava em terreno ilegal quando ele a comprou e que notificou os novos donos antes da conclusão da venda.

Em 2018, ao ser questionado sobre o assunto, Eduardo Costa negou qualquer tipo de irregularidade. “Eu jamais daria prejuízo para qualquer pessoa, não faz parte do meu caráter fazer isso.
A casa de Costa em Capitólio foi vendida por um valor entre R$ 6,5 milhões e R$ 7 milhões. Em troca, o sertanejo recebeu um imóvel em Belo Horizonte avaliado em R$ 9 milhões. Para compensar a diferença, Costa deu uma Ferrari, uma lancha e uma moto aquática para o casal.

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