Reviravolta no caso da morte do assessor de Leonardo aponta crime e deixa público chocado

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Investigações decretam que a arma que matou Passim era do próprio assessor de Leonardo e não tinha registro, apontando ilegalidade

A morte trágica de Passim, assessor e amigo íntimo do cantor Leonardo, deixou o cantor sertanejo muito abalado e os fãs da música sertaneja desolados. Agora, quase um mês do acontecido, uma reviravolta no caso apontada pela investigação revelou detalhes da arma e deixou o público chocado.

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De acordo com informações divulgadas pelo site G1, que ouviu o delegado Gilvan Borges de Oliveira, responsável pelo caso, a arma que matou Passim era do próprio e não tinha registro, o que é crime inafiançável perante a legislação brasileira e prevê pena de dois a seis anos de prisão:

“A arma não é registrada, ou seja, não está no nome de ninguém. A arma era dele, mas não estava registrada. Ele não tinha uma função específica para usar arma, era para defesa pessoal”, declarou Gilvan.

A causa da morte certamente seria um tiro acidental, disparado pelo próprio Passim, mas as investigações aguardam o laudo definitivo da Polícia Técnico-Científica, que analisa os fatos e irá fazer a perícia detalhada da arma, a fim de descobrir o que levou o disparo da arma: “Foi um tiro acidental e aguardamos o laudo para confirmar”, decreta.

Nilton Rodrigues, assessor e amigo íntimo do cantor Leonardo foi encontrado morto na fazenda Talismã, propriedade do sertanejo, no último dia 04 de março. A apuração do caso indica que Passim foi morto por dois tiros acidentais disparados por volta das 2 da manhã, mas seu corpo só foi encontrado às 12:30 do dia seguinte.

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Leonardo vive drama após morte de Passim

(Foto: Reprodução Internet)
(Foto: Reprodução Internet)

Após uma série de homenagens em suas redes sociais, Leonardo teve estado crítico de saúde exposto pela esposa, Poliana Rocha, que declarou que tem tentado permanecer forte após a morte de Passim para consolar Leonardo, que está muito abalado com a perda:

“Vida que segue. Eu preciso ser muito forte e controlar as minhas emoções para apoiar o meu marido em uma hora dessa, que ele precisa muito. Todos estamos sentindo, mas a convivência deles era muito maior. Ele já está sentindo muito. Preciso estar forte para estar ao lado dele”, declarou.

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Poliana Rocha ainda falou que tem tentado levar os acontecimentos ao lado de Leonardo enquanto aguardam o resultado das investigações: “Estamos aqui com altos e baixos. Tem dias que o coração está mais tranquilo, mas tem horas que dá um aperto, saudade e angústia. Tenho certeza que dias melhores virão”.

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