Sérgio Reis dá detalhes exclusivos da novela Pantanal e choca com revelação: “Lutava com jacarés”

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Ator da novela Pantanal, Sérgio Reis deu detalhes sobre lutas contra jacarés e assumiu que passou por um sacrifício para convencer Almir Sater a participar

Após assumir que não queria gravar o sucesso “Pinga Ni Mim”, o cantor Sérgio Reis, que será homenageado no remake da novela Pantanal por seu papel na trama original da novela, contou detalhes exclusivos da época, que contou com lutas contra cobras e jacarés e um verdadeiro pé de guerra para fazer Almir Sater compor o elenco.

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“Pantanal foi ‘A Novela’, porque foi feita lá no local. Não teve estúdio, nada. Muito pouca coisa em estúdio. Passamos um ano lá dentro (do Pantanal) com jacarés querendo pegar a Juma e eu meti o pé na cabeça dele, é a realidade, não brincadeira. Eu quem pegava as cobras que aparecia porque eu vivi 18 anos no Pantanal. A gente trabalhava mas se divertia”, declarou se referindo aos locais de gravação e imprevistos.

Sérgio Reis ainda contou que Almir Sater não queria fazer a novela, mas ele deu um jeitinho de convencê-lo: “O Almir não quis fazer a novela, é bom que o povo saiba disso! Eu falei com o Benedito Ruy Barbosa e indiquei o Almir porque o cara é um baita violeiro, é pantaneiro, sabe tudo lá dentro (…) mas o Almir não queria ir, aí eu liguei pra ele e falei: ‘Você vai viver um ano lá, vai pescar, ganhar e ainda vai beijar umas moças bonitas, o que mais você quer?’ e ele aceitou na hora”, terminou aos risos.

Assista ao trecho completo:

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Sérgio Reis não queria gravar “Pinga Ni Mim”

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(Foto: Internet)

Em uma conversa, gravada durante o programa “Tamu Junto e Tudo em Dobro“, Sérgio Reis abriu o jogo e revelou que não queria gravar a música “Pinga Ni Mim” porque, segundo ele, era muito ruim. O sertanejo ainda contou detalhes de envolvimento com Teodoro e Sampaio na canção:

“Quem gravou primeiro foi Teodoro e Sampaio, mas gravaram ela em outro ritmo. Eu tinha uma raiva dessa música, porque eu tinha programa com o Luiz Vieira. Ele levava os artistas do Nordeste e eu levei o Teodoro e Sampaio pra cantar essa música lá, mas a música não acabava porque era muito lenta”, começou.

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“O diretor então ficava no nosso ouvido ‘Para essa merd* dessa música que não acaba nunca’ (risos), aí eu fiquei com essa música na cabeça porque ela era muito devagar e não tinha vida. Logo me veio o Tony Campello pedindo pra eu gravar ela (…), mas eu queria um negócio vivo, aí ele bolou um arranjo legal e virou um hit nacional”, terminou Sérgio Reis.

Confira o trecho completo:

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